Chegamos hoje, dia 14, em Lisboa, depois de muitas peripécias, por volta das 20 horas daqui.
As peripécias foram por conta do voo interno Paris/Lisboa numa empresa aérea muito popular por aqui, de baixo custo, chamada easyJet, que, como todas as empresas que operam no limite, atrasam os voos sem maiores explicações e tratam os usuários como um bando de idiotas. Deveria chamar “confusionJet” . Nunca mais, mas temos ainda de regressar a Paris por ela…
No hotel por volta das 21 horas, tomamos um bom banho, e a Delucena só pensava em dormir. Mas pelo meu fuso horário brasileiro ainda eram 17 ou 18 horas, e resolvi sair sozinho pelas imediações.
Estar em Portugal é como chegar na casa do nosso avô ou bisavô, muito velhinho e sábio, que nos adora mas gosta de nos passar “pitos” de vez em quando para mostrar quem é que manda.
Perto do hotel, e morto de fome, encontrei um restaurante típico português, “Delfim”, onde comi um bacalhau da casa, simplesmente bestial, com um vinho do Dão. Depois o dono do estabelecimento me fez provar um arroz doce feito, segundo ele, com “ovos de galinha solteira”, o que nos propiciou uma gostosa e amigável discussão filosófica sobre os ovos dessa galinha casta.
Agora realmente me sinto em férias, e de volta ao hotel ainda encontrei o computador dando sopa, o que me permitiu rabiscar este post.