“O Tejo é mais bonito que o rio que passa na minha aldeia,
mas o Tejo não é mais bonito que o rio que passa na minha aldeia
porque o Tejo não é o rio que passa na minha aldeia.”
Não sei se, de memória, citei corretamente os versos do mestre Alberto Caeiro.
Mas o Tejo é lindíssimo e empolgante, ao saber que dele os portugueses se lançaram ao mar oceano (que de tudo sabe e tudo guarda) em busca do seu destino, que acabou sendo também o destino de nós, brasileiros.
Passamos o dia à toa, à toa, como a andorinha de Bandeira, às margens do Tejo, revisitando a Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, o Mosteiro dos Jerônimos (restaurado e ainda mais maravilhoso), com o Tejo nos sussurando as suas histórias e segredos.