No post sobre o Salinger, ia dizer exatamente isto, que morremos um pouco sempre que morre alguém que amamos, admiramos (todo ser humano é digno de admiração!), mas, então, pensei: se morremos um pouco quando morre alguém, também nascemos “mais um pouco” quando nasce alguém… parece justo. Seja bem vindo, Joaquim!
No post sobre o Salinger, ia dizer exatamente isto, que morremos um pouco sempre que morre alguém que amamos, admiramos (todo ser humano é digno de admiração!), mas, então, pensei: se morremos um pouco quando morre alguém, também nascemos “mais um pouco” quando nasce alguém… parece justo. Seja bem vindo, Joaquim!