Eu também… rsrs Hoje, na manicure, até propus uma “vaquinha” para ajudar o Bruno agora que ele se ferrou de vez, expulso do clube.
Embora não sendo mais a capital do país, o Rio parece bem afeto à permissividade, em todas as suas versões. Começou (pelo menos desde onde sei) com o afago aos bicheiros, que se tornaram traficantes ou negociantes de armamentos pesados. Também é terra propícia para a caça às celebridades (e seu dinheiro), as quais podemos ver nas Caras e Contigos. Às vezes dá sorte, às vezes não. Eliza e o ex de uma famosa atriz da Globo se deram mal nessa empreitada. Mas são casos que pontuam isoladamente. O que marca mesmo é o retumbante sucesso daqueles que conseguem ir “até o fim” com nossos atletas e/ou celebridades, conseguindo dos ricaços pensões que passam dos 100 mil mensais.
É um jogo arriscado, mas duvido que o “incidente Bruno” vá acabar com isto. Eliza perdeu, como sentenciou o garoto envolvido “Perdeu, Eliza”, mas outras podem ganhar. Dinheiro fácil parece coisa bem atrativa, valendo todos os riscos, até de vida.
Outro dia, li a reportagem de um ator/manequim/celebridade brigando para retomar do seu ex-amigo e empresário um apartamento de mais de 500 mil reais. Com tudo o que está em jogo (o sr.celebridade é um gato) não sei como o cara se contentou só com isso (e o outro ainda dá a cara pra bater…)
O mundo surreal daqueles que ganham mais dinheiro do que podem gastar, graças a algum atributo específico com que lhes presenteou a mãe natureza, é terreno fértil para os oportunistas que sempre haverão.
Eu também… rsrs Hoje, na manicure, até propus uma “vaquinha” para ajudar o Bruno agora que ele se ferrou de vez, expulso do clube.
Embora não sendo mais a capital do país, o Rio parece bem afeto à permissividade, em todas as suas versões. Começou (pelo menos desde onde sei) com o afago aos bicheiros, que se tornaram traficantes ou negociantes de armamentos pesados. Também é terra propícia para a caça às celebridades (e seu dinheiro), as quais podemos ver nas Caras e Contigos. Às vezes dá sorte, às vezes não. Eliza e o ex de uma famosa atriz da Globo se deram mal nessa empreitada. Mas são casos que pontuam isoladamente. O que marca mesmo é o retumbante sucesso daqueles que conseguem ir “até o fim” com nossos atletas e/ou celebridades, conseguindo dos ricaços pensões que passam dos 100 mil mensais.
É um jogo arriscado, mas duvido que o “incidente Bruno” vá acabar com isto. Eliza perdeu, como sentenciou o garoto envolvido “Perdeu, Eliza”, mas outras podem ganhar. Dinheiro fácil parece coisa bem atrativa, valendo todos os riscos, até de vida.
Outro dia, li a reportagem de um ator/manequim/celebridade brigando para retomar do seu ex-amigo e empresário um apartamento de mais de 500 mil reais. Com tudo o que está em jogo (o sr.celebridade é um gato) não sei como o cara se contentou só com isso (e o outro ainda dá a cara pra bater…)
O mundo surreal daqueles que ganham mais dinheiro do que podem gastar, graças a algum atributo específico com que lhes presenteou a mãe natureza, é terreno fértil para os oportunistas que sempre haverão.
Ah, esqueci de acrescentar: “Maka e Bruno forever”… rsrs