Desde sempre, penso que as coisas não são bem o que parecem no reino de Brasília. Aliás, nunca foram, tirando os flagras de dinheiro em cuecas, a república de Ribeirão e outros igualmente dignos de menção, porém de tão numerosos deixo de citá-los, ainda mais porque são do conhecimento geral, ou, pelo menos, de todos que se interessam pelo destino do Brasil.
Não me esqueço do passado da presidente eleita; pode-se mudar em muitas coisas, mas a essência (que se revela nas atitudes em que tomamos instantaneamente, quando não há tempo para maiores raciocínios) permanece.
Mas as tropas da elite petista não vão deixar barato. E, muito menos, os peemedebistas. Talvez, para que tudo permaneça no mesmo, que para eles é bem interessante, haja um “expurgo” dos descontentes, criando-se um novo partido (mais um…)
Mas o reinado (de tantos tesouros) permanecerá intocável. Não há criatura de juízo são que possa abrir mão disso.
Desde sempre, penso que as coisas não são bem o que parecem no reino de Brasília. Aliás, nunca foram, tirando os flagras de dinheiro em cuecas, a república de Ribeirão e outros igualmente dignos de menção, porém de tão numerosos deixo de citá-los, ainda mais porque são do conhecimento geral, ou, pelo menos, de todos que se interessam pelo destino do Brasil.
Não me esqueço do passado da presidente eleita; pode-se mudar em muitas coisas, mas a essência (que se revela nas atitudes em que tomamos instantaneamente, quando não há tempo para maiores raciocínios) permanece.
Mas as tropas da elite petista não vão deixar barato. E, muito menos, os peemedebistas. Talvez, para que tudo permaneça no mesmo, que para eles é bem interessante, haja um “expurgo” dos descontentes, criando-se um novo partido (mais um…)
Mas o reinado (de tantos tesouros) permanecerá intocável. Não há criatura de juízo são que possa abrir mão disso.