Sou de família piracicabana, meu pai é de Piracicaba e seus 6 irmãos. fizeram histórias: nas artes, nos esportes,, na ferrrovia,no comércio e nos estudos e na revolução constitucionalista de 32, (foi a família que mais “soldado” mandou). Meu pai e meu tio nelson são formados na ESALQ. Mas um encontro, bem sucedido e de muito amor com uma campista (estado do rio) nasceram uma campista e um carioca.
Itú foi onde passei minha infãncia e hoje os nossos amigos ituanos , são políticos e me parecem bem sucedidos: prefeitos, deputados, etc.
Em São Paulo, capital, nos anos de 80 por força de trabalho e estudo na USP, me tornei um paulófilo e assim a vida vai nos levando. Que saudade das minhas noitadas no filé do Morares, do bar Pirandello, na Augusta, que no 1º aniversário de falecimento de Ellis saímos em procissão , pela Augusta de madrugada cantando Ellis….. Do Galery, quando tinha grana, e vivi um dia especial que o São Paulo foi campeão e apareceu um cara com roupa de padre em dia de missa levantando uma taça e o bar gritando no lugar de amém São paulooooo. Na Santa Casa de Misericósrdia onde assisti várias palestras e uma me chamou muita atenção e me fez ver a vida de outra maneira, sobre o grande Reich. O palestrante era um picólogo famoso Gaiarsa. De quando namorei uma secretária (entre tantas que teve e essa não foi para Brasília nem tomou conta de escritorio, voltou para sua loja de antiguidades na Oscar Freire) de um futuro Presidente da República que o conheci fazendo um discurso num bar da Henrique…. no bar chamado “Pão Nosso de cada dia”. Meu Deus ! quanta saudade no dia que chego em São Paulo e fico sabendo que Vinicius, Toquinho e Quarteto me CY faziam um show e eu sem ingresso, e de repente me vi diante de uma tremanda porradaria da polícia atrás de subversivos e na confusão acabei, só deus sabe como entrando no teatro da unversidade. Vi o Show. Anos depois, o destino me fez conseguir o disco em Madri. uma sacanagem do cara do som que levou/robou a fita e gravou em Barcelona. Um dos músicos, meu amigo, Zeca Assunção, que fazia parte do conjunto que o os acompanhava quando viu o disco (cassette) levou o maior susto. Ligou para o Toquinho e as meninas do quarteto. nada mais podia ser feito.
cansei, a mim e a vcs se lerem. Mas tinha mais coisas para contar.
Mas tenho saudade, também , do projeto da ferrovia de Carajás, onde fui um dos coordenadores, e a firma Engevix (projetista) era em São Paulo e por coincidência na rua Major Sertório, do outro lado do Hotel hilton…esas coisas só contecem comigo.
Mas saudade mesmo foi quando meu pai me levou para tomar meu primeiro chopp da vida no bar Brahma, comendo o melhor linguado mundo….
Em São Paulo aprendi que mais do que ser carioca, paulista, capixaba (tenho dois filhos), baiano,… é ser brasilófilo.
Gama não vou rever o texto ficou grande paca…dá para consertar? ou deletar?desculpe pelo tamanho.
vou te mandar a Cidade de Sao Paulo que meus amigos paulistas me mandaram com enfeites natalinos..MARAVILHA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Finalizo em tom de conselho: quando fui morar em Vitória e no meu primeiro sábado, na maior fossa, encontro um conhecido, iluminador de teatro e que ia trabalhar numa peça. Olhou para mim e me vendo triste falou: – Paulinho aprende a gostar de Vitória.
Aprendi.
Nooooooooossa! Eu me lembro dessa música, mas, parece tão longínquo, Antonio! Quem canta? ADOREI tudo: a música, o vídeo. E tem mais: AMO São Paulo, AMO!
Paulinho, adorei a sua São Paulo. Li tudinho. Beso!
Quem toca e canta é o conjunto “Premeditando o Breque” (“Premê”, para os íntimos). A composição é deles também, que tinham esse jeito lírico/irônico em tudo que faziam.
“Lua de Mel em Cubatão” é outra deles. Lembra-se?
Eram todos músicos e compositores excepcionais que seguiram cada qual seu caminho e só se reúnem agora esporadicamente. Uma pena!
Gama
pelo texto da saudade paulista que estou relendo agora, Peço minhas desculpas pelas vírgulas e concordãncias. Escrevi com o jantar na mesa,,,fome, rapidez, ansioso e ainda introspectivo com a maravilha do “premê” …deu no que deu… quem manda não revisar…
Eu não me lembro deles, Antonio, nem da música que você mencionou. Quer dizer, me lembro muito vagamente. Sabe algo que “parece” que a gente se lembra? É isso: “parece” que eu me lembro…
Sophie
” vagamente, não esquecemos de nada e lembramos tudo…faz uma forcinha” de um filósofo de botequim…
“Numa briga quem bate esquece e quem apanha se lembra” do filósofo Romário, nosso craque de bola
“Pelé calado é um grande poeta” do autor anterior rssrsr
bejokas
paulinho
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Yay! You have decided to leave a comment. That is fantastic! Please keep in mind that comments are moderated. Thanks for dropping by!
…e depois dessa aventura paulistana
passar uma lua de mel em Cubatão…
tem preço, não.
A noite inteira ao lado da mulher amada,
Na nossa lua de mel iluminada…
Ela está sempre em meu coração.
(continuação do poema do Brenno)
Sou de família piracicabana, meu pai é de Piracicaba e seus 6 irmãos. fizeram histórias: nas artes, nos esportes,, na ferrrovia,no comércio e nos estudos e na revolução constitucionalista de 32, (foi a família que mais “soldado” mandou). Meu pai e meu tio nelson são formados na ESALQ. Mas um encontro, bem sucedido e de muito amor com uma campista (estado do rio) nasceram uma campista e um carioca.
Itú foi onde passei minha infãncia e hoje os nossos amigos ituanos , são políticos e me parecem bem sucedidos: prefeitos, deputados, etc.
Em São Paulo, capital, nos anos de 80 por força de trabalho e estudo na USP, me tornei um paulófilo e assim a vida vai nos levando. Que saudade das minhas noitadas no filé do Morares, do bar Pirandello, na Augusta, que no 1º aniversário de falecimento de Ellis saímos em procissão , pela Augusta de madrugada cantando Ellis….. Do Galery, quando tinha grana, e vivi um dia especial que o São Paulo foi campeão e apareceu um cara com roupa de padre em dia de missa levantando uma taça e o bar gritando no lugar de amém São paulooooo. Na Santa Casa de Misericósrdia onde assisti várias palestras e uma me chamou muita atenção e me fez ver a vida de outra maneira, sobre o grande Reich. O palestrante era um picólogo famoso Gaiarsa. De quando namorei uma secretária (entre tantas que teve e essa não foi para Brasília nem tomou conta de escritorio, voltou para sua loja de antiguidades na Oscar Freire) de um futuro Presidente da República que o conheci fazendo um discurso num bar da Henrique…. no bar chamado “Pão Nosso de cada dia”. Meu Deus ! quanta saudade no dia que chego em São Paulo e fico sabendo que Vinicius, Toquinho e Quarteto me CY faziam um show e eu sem ingresso, e de repente me vi diante de uma tremanda porradaria da polícia atrás de subversivos e na confusão acabei, só deus sabe como entrando no teatro da unversidade. Vi o Show. Anos depois, o destino me fez conseguir o disco em Madri. uma sacanagem do cara do som que levou/robou a fita e gravou em Barcelona. Um dos músicos, meu amigo, Zeca Assunção, que fazia parte do conjunto que o os acompanhava quando viu o disco (cassette) levou o maior susto. Ligou para o Toquinho e as meninas do quarteto. nada mais podia ser feito.
cansei, a mim e a vcs se lerem. Mas tinha mais coisas para contar.
Mas tenho saudade, também , do projeto da ferrovia de Carajás, onde fui um dos coordenadores, e a firma Engevix (projetista) era em São Paulo e por coincidência na rua Major Sertório, do outro lado do Hotel hilton…esas coisas só contecem comigo.
Mas saudade mesmo foi quando meu pai me levou para tomar meu primeiro chopp da vida no bar Brahma, comendo o melhor linguado mundo….
Em São Paulo aprendi que mais do que ser carioca, paulista, capixaba (tenho dois filhos), baiano,… é ser brasilófilo.
Gama não vou rever o texto ficou grande paca…dá para consertar? ou deletar?desculpe pelo tamanho.
vou te mandar a Cidade de Sao Paulo que meus amigos paulistas me mandaram com enfeites natalinos..MARAVILHA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Finalizo em tom de conselho: quando fui morar em Vitória e no meu primeiro sábado, na maior fossa, encontro um conhecido, iluminador de teatro e que ia trabalhar numa peça. Olhou para mim e me vendo triste falou: – Paulinho aprende a gostar de Vitória.
Aprendi.
Paulinho, você escreveu uma crônica sobre São Paulo, ao estilo do seu “Rio de Sempre”, e tão saborosa quanto.
Deletar? Jamais!
Gosto muito de São Paulo, com todos os seus contrastes, ou especialmente por isso.
Nooooooooossa! Eu me lembro dessa música, mas, parece tão longínquo, Antonio! Quem canta? ADOREI tudo: a música, o vídeo. E tem mais: AMO São Paulo, AMO!
Paulinho, adorei a sua São Paulo. Li tudinho. Beso!
Sophie, que saudade sa’minina!
Quem toca e canta é o conjunto “Premeditando o Breque” (“Premê”, para os íntimos). A composição é deles também, que tinham esse jeito lírico/irônico em tudo que faziam.
“Lua de Mel em Cubatão” é outra deles. Lembra-se?
Eram todos músicos e compositores excepcionais que seguiram cada qual seu caminho e só se reúnem agora esporadicamente. Uma pena!
Besos.
Gama
pelo texto da saudade paulista que estou relendo agora, Peço minhas desculpas pelas vírgulas e concordãncias. Escrevi com o jantar na mesa,,,fome, rapidez, ansioso e ainda introspectivo com a maravilha do “premê” …deu no que deu… quem manda não revisar…
Foi um jorro, Paulinho, uma jóia…
Eu não me lembro deles, Antonio, nem da música que você mencionou. Quer dizer, me lembro muito vagamente. Sabe algo que “parece” que a gente se lembra? É isso: “parece” que eu me lembro…
Sophie
” vagamente, não esquecemos de nada e lembramos tudo…faz uma forcinha” de um filósofo de botequim…
“Numa briga quem bate esquece e quem apanha se lembra” do filósofo Romário, nosso craque de bola
“Pelé calado é um grande poeta” do autor anterior rssrsr
bejokas
paulinho