Gama, essa é um dos maiores clássicos da MPB nos anos 90… e por falar em Paulinho, ouvi outro dia o CD duplo Sinal Aberto, dele com Toquinho, é sensacional. Outro samba que já nasceu clássico é esse aqui: http://www.youtube.com/watch?v=9TfN-xRy3XY
Abraçaço.
Aqui perto , onde moro, tem botequim que frequentei bastante. mas com a morte do nosso líder e amigo, Silvestre, perdi um pouco o tesão. Mas, perto do natal ou quando esporadicamente passo pela porta, entro. E hoje, não foi diferente. a turma estava toda lá: Palagano, David, marcos, o bonitão. Nezinho poeta. o sonâmbulo porrista, o velho jadir que já tocou na banda dos fuzileiros navais e outros. casa cheia. Acho que a novela da globo não está agradando.
Tocão tem uma característica tudo é motivo de discussão e os temas são interessantes. O de hoje, não fugia a regra; Se nossa cidade e o mundo tivessem um fundo musical qual seria a música?. Para minha surpresa o contraditório não aconteceu. Fundo musical do Rio seria Carinhoso do Pixinguinha e João de Barros e do mundo My Way. Mas o “povo” gosta de uma discussão e veio o compositor e discórdia aconteceu. Noel e Paulinho da Viola trocaram farpas. O interessante que de Noel a música mais falada foi “O último desejo” e de Paulinho, uma música pouco conhecida, “‘quando bate uma saudade”. O velho Jadir foi logo dando sua decisão: conheci os dois e não vou “votar” e levantou sem se despedir e voltou trazendo seu violão velho e cansado e com sua voz envelhecida e já sem folego nos brindou com as duas canções. Ao terminar, com um corinho baixinho e calmo se levantou e foi embora cantado pela rua (mora do lado), “Arvoredo”, de Paulinho e Elton Medeiros
‘(…) Aí que saudade
daquele amor que trazia,
novas folhas que nasciam
e te podia beijar (. ..) e não se ouviu mais nada. Alguns chopps silenciosos foram tomados e eu me despedi desejando um feliz natal a todos e a promessa que vou pintar mais no pedaço.
gama, a música não tem dimensão. música e poesia são duas coisas que tem as “mesmas pinturas”:, só muda as cores do pincel: a letra e a nota musical. Se para o escritor a letra é seu adorno para o músico são as notas musicais.
Chegando em casa fui ouvi as três musicas que o velho jadir nos brindou…nossa gente e a nossa música não tem dimensão de valor, é uma coisa de momento e sem flores, só notas musicais e letras, onde até uma voz cansada de um velho fuzileiro naval nos traz brilho e enfeita nossa alma.
falei muito minhas, desculpas, Hoje revisei e se tem algo demais ou de menos a culpa é minha mesmo
timoneiro é tudo…
” (…)não sou eu que me navega/quem me navega é o mar/ele que me leva/ como se fosse me carregar. (…)
minha nossa……………..reticências é sempre um palavrão exclamativo
Ô Paulinho da Viola, ô Antonio, ô Paulinho Lima, ô meu Deus! Por isso que eu acho, Paulinho Lima, que morrer é um desperdício: nunca mais Paulinhos nunca mais Antonios…e enquanto a impiedosa senhora não chega é por vocês todos que eu “vou vivendo”…
Deixe um comentário
Yay! You have decided to leave a comment. That is fantastic! Please keep in mind that comments are moderated. Thanks for dropping by!
Gama, essa é um dos maiores clássicos da MPB nos anos 90… e por falar em Paulinho, ouvi outro dia o CD duplo Sinal Aberto, dele com Toquinho, é sensacional. Outro samba que já nasceu clássico é esse aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=9TfN-xRy3XY
Abraçaço.
Aqui perto , onde moro, tem botequim que frequentei bastante. mas com a morte do nosso líder e amigo, Silvestre, perdi um pouco o tesão. Mas, perto do natal ou quando esporadicamente passo pela porta, entro. E hoje, não foi diferente. a turma estava toda lá: Palagano, David, marcos, o bonitão. Nezinho poeta. o sonâmbulo porrista, o velho jadir que já tocou na banda dos fuzileiros navais e outros. casa cheia. Acho que a novela da globo não está agradando.
Tocão tem uma característica tudo é motivo de discussão e os temas são interessantes. O de hoje, não fugia a regra; Se nossa cidade e o mundo tivessem um fundo musical qual seria a música?. Para minha surpresa o contraditório não aconteceu. Fundo musical do Rio seria Carinhoso do Pixinguinha e João de Barros e do mundo My Way. Mas o “povo” gosta de uma discussão e veio o compositor e discórdia aconteceu. Noel e Paulinho da Viola trocaram farpas. O interessante que de Noel a música mais falada foi “O último desejo” e de Paulinho, uma música pouco conhecida, “‘quando bate uma saudade”. O velho Jadir foi logo dando sua decisão: conheci os dois e não vou “votar” e levantou sem se despedir e voltou trazendo seu violão velho e cansado e com sua voz envelhecida e já sem folego nos brindou com as duas canções. Ao terminar, com um corinho baixinho e calmo se levantou e foi embora cantado pela rua (mora do lado), “Arvoredo”, de Paulinho e Elton Medeiros
‘(…) Aí que saudade
daquele amor que trazia,
novas folhas que nasciam
e te podia beijar (. ..) e não se ouviu mais nada. Alguns chopps silenciosos foram tomados e eu me despedi desejando um feliz natal a todos e a promessa que vou pintar mais no pedaço.
gama, a música não tem dimensão. música e poesia são duas coisas que tem as “mesmas pinturas”:, só muda as cores do pincel: a letra e a nota musical. Se para o escritor a letra é seu adorno para o músico são as notas musicais.
Chegando em casa fui ouvi as três musicas que o velho jadir nos brindou…nossa gente e a nossa música não tem dimensão de valor, é uma coisa de momento e sem flores, só notas musicais e letras, onde até uma voz cansada de um velho fuzileiro naval nos traz brilho e enfeita nossa alma.
falei muito minhas, desculpas, Hoje revisei e se tem algo demais ou de menos a culpa é minha mesmo
timoneiro é tudo…
” (…)não sou eu que me navega/quem me navega é o mar/ele que me leva/ como se fosse me carregar. (…)
minha nossa……………..reticências é sempre um palavrão exclamativo
Ô Paulinho da Viola, ô Antonio, ô Paulinho Lima, ô meu Deus! Por isso que eu acho, Paulinho Lima, que morrer é um desperdício: nunca mais Paulinhos nunca mais Antonios…e enquanto a impiedosa senhora não chega é por vocês todos que eu “vou vivendo”…