Adalberto de Oliveira Souza
A espera
A pedra
A vidraça
a espera da pedra
rompe
a vidraça.
À espera
tão esperto
que antes
quebra caminhos
ara silêncios.
Uma pedra
move corpos.
Estático,
transparente,
tritura-se
triturado
pelo vôo rápido
incaptável
de um tempo de mangas.
Gama, que poema lindo é esse, de uma sensibilidade imensa.
Abraçaço.
André, o Adalberto esteve por aqui e deixou um livro de poemas especialmente para você.
Como faço para entregá-lo?
Abraçaço.
Gama, já te enviei o endereço para entrega via e-mail.
Também deixei um comentário no outro post, sobre a participação de Adoniran no programa O Fino da Bossa. Dê uma olhada lá.
Só agora vi seu comentário, por isso não havia respondido antes.
Daqui a pouco você deve receber.
Abraçaço.
Nós somos de um tempo de mangas, Adalberto.
E o Estrela Binária sempre está à espera da sua poesia.