Selma Barcellos
no muro caiado
marcas do giz
no verso inacabado
o jasmim reflorido
(como na tarde em
que me chegaste)
as luas da varanda
as canções no vento
de primaveras tantas:
murmúrios inconclusos
Questão de fuso?
Itacoatiara, outra vez setembro
Selma, de todos os lindos poemas que você escreve, este é mais um – que abrilhantou a minha quarta-feira.
Parabéns, Poeta iluminada!
Beijoca.
André, em casa de poetas eu coro.
Lá no bloguinho é uma coisa. Aqui o ambiente exige respeito…
Que venham mais setembros assim, a tecer no seu fuso poemas e jasmins…
Para que refloresçam, sempre, as inconclusões, gerando coisas lindas assim.
Beijos, Selminha.