2 comentários

  1. paulinho lima
    03/02/14 at 12:57

    Prezado Gama
    Minha tristeza com a morte de Coutinho me sensibilizou, como a todos nós. Meu vizinho e frequentador diário da minha livraria de plantão. Tomava café (s) , lia os jornais, Globo e a Folha, e fumava uma eternidade de cigarros. Sentavamos em uma das mesas do lado de fora da livraria. Nunca vi conversando com ninguém. Um dia tomei coragem e fui puxar um papo, sentávamos em mesa ao lado. Tinha lido sobre o filme que estava produzindo “canções” e eu tinha um história. Sem dar uma palavre escreveu num papel o nome da pessoa da produção que deveria procurar. Não o fiz, me arrependo. Depois de ver o filme e aplaudir, fui felicitá-lo e sugeri que fizesse um filme na mesma linha de canções com “poemas”. mais uma vez, não deu uma palavra. mas dessa vez, sorriu. A livraria fechou e nunca mais o vi. Soube que um bar próximo colocou uma mesa “escondida” para seu café(s), leitura  e cigarro. 
    Hoje, perto de onde mora , menos de 100 mts. Uma árvore caiu.

  2. André
    03/02/14 at 14:06

    Gama, dois gênios que não morreram, ficaram encantados, como diria Guimarães Rosa.
    Ontem foi dia de Iemanjá Rainha do Mar, belíssima a homenagem de mestre Caymmi.
    Abraçaço.

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