Da fila nunca fui o primeiro
tantas vezes o último
mais me aprazia o meio.
A lição nunca soube por inteiro
e o que aprendia num dia
no outro pouco valia.
A fila andou e à margem do caminho
tardo a ver a tarde que arde.
Os primeiros já vivem a manhã que não veio.
“Estrela da Tarde” ( José Carlos Ary dos Santos / Fernando Tordo), com António Zambujo e Yamandu Costa
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Estrela da tarde
Que brilha linda, longa e reluzente
Na noite enluarada e inspirada que virá
Com um violão plangente a acompanhar seresteiros
Logo após
O pôr-do-sol arrebatador
Que será presenciado por mim
Junto à companhia do meu grande amor.