A epopeia fenomenal, nas Pílulas.

 

3 comentários

  1. 16/02/11 at 22:38

    Pois é, meu bom amigo Antonio Carlos Augusto, nos que amamos o futebol arte, ficamos tristes quando um “menino abusado” que brincou com a bola e nos brindou com momentos de pura genialidade encerra sua trajetória. Ainda bem que nos vivemos num país farto na produção de craques geniais na arte de bem tratar a bola de futebol.

    Forte abraço do seu leitor

    C@urosa

  2. 17/02/11 at 10:18

    Nem o Ronaldo conseguiu fazer o time da marginal sem número ganhar as Américas. O Corinthians é como o Niemeyer, cem anos de projetos.
    Dos que eu vi jogar foi um dos cinco melhores, ao lado de Zidane, Maradona, Romário e Matthaus. Jornais espanhois estamparam em manchetes que se despedia o maior atacante de todos os tempos. Ok, o redator deve ter minha idade e não viu Pelé, Puskas e cia jogarem, mas não sei se o Ronaldo foi maior que o Romário na pequena área. Acho que o baixinho era melhor que o gordo.

    • 17/02/11 at 14:29

      Difícil escolher o melhor entre Ronaldo e Romário.
      O baixinho realmente era imbatível na área e quando mais moço dava também arranques sensacionais desde o meio de campo até o gol, com a zagueirada tentando pará-lo na pancada, inutilmente. E com o seu pequeno porte físico…
      Há alguns gols de Romário no Barça que são obras de arte, para figurar no Louvre, Prado ou Metropolitan.

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