No mítico jardim da sua cobertura,
Rubem Braga sentado ao lado de Vinícius de Moraes;
José Carlos de Oliveira entre os dois;
atrás, Paulo Mendes Campos e Sérgio Porto;
ao lado, com a mão no ombro de Vinicius, Fernando Sabino.
Um século de Rubem Braga é pouco.
Outros séculos passarão, e ele passarinho continuará por aqui, entre os que estamos e os nascituros.
Caderno especial, maravilhoso, sobre ele na edição de hoje de “O Globo”.
Tão especiais quanto, as várias publicações postadas por Selma no seu Bloghetto.
Clique aqui e vá até lá conferir.
Também concordo, o Brasil todo deve homenagear o grande e imoral mestre Rubem Braga.
forte abraço,
c@urosa
Meu grande mestre Tom Gama, estou de volta hoje depois de uma ausência de fim de ano, nada melhor do que voltar comemorando o centenário de Rubem Braga, vou postar uma frase dele:
“Há um grande vento frio cavalgando as ondas, mas o céu está limpo e o sol muito claro. Duas aves dançam sobre as espumas assanhadas. As cigarras não cantam mais. Talvez tenha acabado o verão”.
Rubem Braga (1913-1990)
Abraçaço.
André!
Estava sentindo sua falta!
Cheguei a pensar que você estava de mal de mim…
Sem você o Estrela e o Bloghetto perdem o brilho.
Já li todos os seus comentários.
Você sabe que a casa é sempre sua.
Abraçaço.
Que foto linda, essa! Hoje ainda vou na Selminha ler os posts do Rubem, que amo.