Drummond, 112 anos

 

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=tU9PfIzW7is

 

 

 

Um comentário

  1. Claudia Pereira
    01/11/14 at 18:23

    Que interpretação fantástica. Sabe Gama, poema bom como esse ( especialmente esse) causa até desconforto; a respiração muda e a gente fica sem graça, sem graça, por sentir tanto assim! Viva Drummond que mexe e faz perder o prumo! Viva o poeta que entra como brisa mansa e instala ressacas de sentimentos. Bela escolha! beijo

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