A voz rouca da crooner

 

 

 

 

 

 

Não sei se chega a ser um fetiche, ou se trata de simples maluquice.

Me apaixono fulminante e perdidamente por todas as mulheres que vejo cantando com razoável talento e algum charme.

Quero me declarar a elas, largar tudo por elas, sumir dali com elas…

Se estiver meio mamado e for num fim de noite, aí então é preciso ter cuidado…

São demais os perigos dessa vida!

Menos mal que passa logo, assim como começou.

E posso continuar a ouvi-las, estrelas, sem receio de perdê-las.

Mas, a uma crooner de voz rouca resistir quem há de?

 

 

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=QYEmt7N3DNc&feature=my_liked_videos&list=LL4NABM5uSuIBCGiiPxgvugA[/youtube]

 Áurea Martins, “A voz rouca da crooner”, de Ivor Lancelotti e Márcio Proença

 

 

2 comentários

  1. 09/11/12 at 13:04

    Perdi a conta de quantas vezes vi “Susie e os Baker Boys”, exatamente pela cena antológica de Michelle cantando “Makin’ Whoopee” (sem contar a sequência do pós-réveillon).
    Bela música da Áurea, Antonio. 
    Beijocas!
     

  2. Lilian Tanajura
    10/11/12 at 22:27

    Ah, então o senhor também assistiu “Susie e os Backer Boys”? – Fantástica, linda Michele Pfifer! Qualquer personagem interpretada por ela ficaria deslumbrante! Mais ou menos o mesmo que colocar o George Clooney pra viver um carpinteiro, um borracheiro… rsrs
    Também me lembro da cena do piano, mas a imagem que mais marcou pra mim foi um dos irmãos passando tinta na cabeça pra disfarçar a calvície…
    http://www.youtube.com/watch?v=-PI_SverY0w
     

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