No esplêndido documentário “Meu tempo é hoje” (a que tornei a assistir ontem) Paulinho da Viola fala bastante sobre o tempo, mas diz não ter saudade, nem viver no passado: “Meu tempo é hoje. Eu não vivo no passado, o passado vive em mim”.
E se o passado, tudo aquilo que nos toca e sensibiliza, as coisas boas, que passamos ou de que apenas sabemos, levamos conosco, vivem com a gente, então é presente.
Paulinho, na sua majestosa singeleza, completa setenta anos, e o presente é nosso de ser presente com ele.
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P.S. O outro Paulinho, amigo amigo, do poema abaixo, também é assim. Leva consigo o passado e dele faz presente a ele e a nós.
Gama, penso da mesma maneira: relembrar o passado é vivê-lo novamente. Há pessoas e momentos que guardamos eternamente.
Parabéns ao mestre Paulinho pelos 70 anos de vida, completados ontem.
Abraço,
André
Antonio, difícil saudar Paulinho da Viola, não? Ontem vivi o ‘drama’ de não saber o que pinçar do seu fantástico repertório…
Sua escolha foi fantástica, assim como a ‘chamada’ para nosso outro Paulinho.
Beijocas!
Selma, estava me passando batido os setenta anos do Paulinho.
Quem me despertou foi você, no Bloghetto.
Me desculpe o plágio, ou a apropriação indébita…